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Key Message Update January - May 2026 Crisis (IPC Phase 3) outcomes prevail in Mozambique due to multiple shocks Download the report
  • Since November 2025, Mozambique’s 2025/26 rainy season has been characterized by a generally on-time onset followed by increasingly above-average rainfall, particularly from late December through January, with heavy and persistent rains across central and southern regions causing widespread flooding in major river basins, including the Umbelúzi, Incomati, Limpopo, Save, and Búzi. Crop performance is mixed: adequate to surplus rainfall has supported generally favorable crop development in well-drained and higher-elevation areas, while flooding and waterlogging have caused localized crop losses, replanting needs, and delays in weeding in low-lying areas of Maputo, Gaza, and Sofala provinces. Livestock conditions are mostly fair to good due to improved pasture and water availability, though flooding has resulted in localized livestock losses, increased disease risk, and constrained grazing access. Most areas are expected to remain wet, and near- to above-average rainfall is expected through February-April 2026.
  • Crisis (IPC Phase 3) and Stressed (IPC Phase 2) outcomes are expected to persist in southern and parts of central Mozambique due to below-average food stocks and large-scale displacement following recent floodingProlonged above-average rainfall during the 2025/26 rainy season caused severe flooding, affecting more than 700,000 people as of January 29, destroying homes, damaging infrastructure, and impacting over 440,200 hectares of agricultural land where most crops were between vegetative and reproductive growing stages. Overflowing river basins led to crop losses, livestock deaths, and widespread disruptions to fishing, markets, and livelihoods, particularly in Maputo, Gaza, and Sofala. Humanitarian actors are prioritizing life-saving assistance as affected households face food and non-food consumption gaps, rising food prices, income loss, and elevated disease risk due to damaged water and sanitation systems. While conditions are expected to improve starting in February as floodwaters recede gradually, humanitarian needs are likely to remain elevated through March, and timely agricultural and livelihood support will be critical to mitigate acute food insecurity.
  • Crisis (IPC Phase 3) outcomes are expected through May 2026 in conflict-affected areas, particularly in Cabo Delgado, with spillover risks in northern Nampula, as conflict is likely to continue with fluctuating intensity. In parts of Muidumbe and Nangade, Stressed! (IPC Phase 2!) outcomes are expected to persist through at least February 2026, supported by continued humanitarian food assistance. Displaced and conflict-affected households will face ongoing disruptions to food access and income sources, especially newly displaced populations and those with limited humanitarian assistance. Ongoing insecurity will drive new displacement and instability, limiting households’ ability to rebuild assets and restore livelihoods. Humanitarian access is expected to remain irregular in some areas due to insecurity and logistical constraints, reducing the consistency and reach of assistance.
  • Commodity prices, including maize, remain high in the southern and central regions but below average in the north. In December, prices in Maputo were 55 percent above the five-year average and consistent with the previous year. Prices in the central zone were 15 percent above the five-year average but 21 percent below last year's, while in the north, prices were 11 percent below average and 17 percent below last year's. Rice prices are 23-60 percent above the five-year average across all regions, with mixed trends compared to last year. In flood-affected areas like Chókwe and Xai-Xai (southern Mozambique), markets have been disrupted, and prices are temporarily trending above average due to increased demand and reduced availability. However, prices are expected to gradually return to near-average levels within the next two months as floodwater recedes and access routes are restored.
  • As of January 2026, the Mozambique Food Security Cluster (FSC) partners reported that food assistance was distributed to 447,256 individuals, nearly 26 percent of the target. Most of this assistance is concentrated in Cabo Delgado and Nampula provinces. WFP requires 118 million USD over the next six months to fully implement all planned humanitarian activities; without additional funding, the number of beneficiaries in Cabo Delgado is expected to decline from 420,000 to 265,000 by March 2026. In response to flooding in the central and southern Mozambique, FSC Partners had assisted approximately 45,000 people by the end of January, primarily in approximately 100 accommodation centers that were hosting nearly 100,000 displaced people. Humanitarian organizations continue to face numerous accessibility challenges due to the infrastructure damage. Government estimates indicate that approximately 103 million USD is required to address the current funding gap and meet immediate humanitarian needs related to the floods.
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Atualização da mensagens-chave Janeiro - Maio 2026 Crise (IPC Fase 3) prevalece em Moçambique devido a múltiplos choques Download the report
  • Desde Novembro de 2025, a estação chuvosa de 2025/26 em Moçambique tem sido caracterizada por um início geralmente pontual, seguido por chuvas progressivamente acima da média, particularmente desde os finais de Dezembro até Janeiro, com chuvas fortes e persistentes nas regiões centro e sul, causando cheias generalizadas nas principais bacias hidrográficas, incluindo as dos rios Umbelúzi, Incomati, Limpopo, Save e Búzi. O desempenho das culturas é misto: a precipitação adequada a excedentária têm favorecido o desenvolvimento das culturas em áreas bem drenadas e altas, enquanto as cheias e alagamentos causaram perdas localizadas de culturas, necessidade de replantio e atrasos na sacha em zonas baixas das províncias de Maputo, Gaza e Sofala. As condições do gado são, em sua maioria, razoáveis a boas devido à melhoria do pasto e à disponibilidade de água, embora as cheias tenham resultado em perdas localizadas de gado, aumento do risco de doenças e acesso limitado ao pasto.  A maioria das zonas permanece húmida, e poderá registar uma precipitação próxima ou acima da média até Fevereiro-Abril de 2026.
  • A insegurança alimentar aguda de Crise (IPC Fase 3) e de “Estresse” (IPC Fase 2) poderão persistir no sul e em partes do centro de Moçambique devido a reservas de alimentos abaixo da média e ao deslocamento em larga escala na sequência das recentes cheiasA precipitação prolongada acima da média durante a estação chuvosa de 2025/26 causou inundações severas, tendo afectado mais de 700 mil pessoas até 29 de Janeiro, destruindo casas, danificando infraestruturas e afectando mais de 440.200 hectares de terras agrícolas, onde a maioria das culturas estava nas fazes vegetativa e reprodutiva. O transbordamento das bacias hidrográficas levou à perda de colheitas, morte de animais e interrupções generalizadas da actividade pesqueira, nos mercados e nas formas de vida, particularmente em Maputo, Gaza e Sofala. Os agentes humanitários têm priorizado a assistência essencial uma vez que as famílias afectadas enfrentam défices no consumo de alimentos e em relação a outros bens essenciais, aumento dos preços dos alimentos, perda de renda e elevado risco de doenças devido aos danos causados nos sistemas de abastecimento de água e saneamento. Embora se espere uma melhoria nas condições a partir de Fevereiro, com a recessão gradual das águas das cheias, as necessidades humanitárias poderão permanecer elevadas até Março, e o apoio pontual à agricultura e às formas de vida será crucial para mitigar a insegurança alimentar aguda.
  • A situação de Crise (IPC Fase 3) poderá prevalecer até Maio de 2026 nas zonas afectadas pelo conflito, particularmente em Cabo Delgado, com riscos de expansão para o norte de Nampula, dado que o conflito poderá continuar com intensidade variável. Em partes de Muidumbe e Nangade, a situação de “Estresse!” (IPC Fase 2!) poderá prevalecer pelo menos durante o mês de Fevereiro de 2026, sustentada pela assistência alimentar humanitária em curso. As famílias deslocadas e afectadas pelo conflito enfrentarão interrupções contínuas no acesso aos alimentos e fontes de renda, especialmente as populações recém deslocadas e aquelas que recebem assistência humanitária limitada. A insegurança contínua vai gerar novos deslocamentos e instabilidade, limitando a capacidade das famílias de reconstruir activos e restabelecer formas de vida. O acesso humanitário poderá permanecer irregular em algumas zonas devido à insegurança e constrangimentos logísticos, o que reduzirá a consistência e o alcance da assistência.
  • Os preços de produtos, incluindo o milho, permanecem altos nas regiões sul e centro, mas abaixo da média no norte. Em Dezembro, os preços em Maputo estavam na ordem de 55 por cento acima da média dos últimos cinco anos e consistentes com os do ano anterior. Na região centro, os preços estavam 15 por cento acima da média dos últimos cinco anos, mas 21 por cento abaixo dos do ano passado, enquanto no norte, estavam 11 por cento abaixo da média e 17 por cento abaixo dos preços do ano passado. Os preços do arroz estão entre 23-60 por cento cima da média dos últimos cinco anos em todas as regiões, com tendências mistas em comparação com o ano passado. Nas zonas afectadas pelas cheias, como Chókwe e Xai-Xai (sul de Moçambique), os mercados foram afectados e os preços estão temporariamente acima da média devido ao aumento da demanda e à redução da disponibilidade. No entanto, os preços poderão voltar gradualmente a níveis próximos da média nos próximos dois meses, à medida que as águas das cheias recuam e as vias de acesso são restabelecidas.
  • Em Janeiro de 2026, os parceiros do Grupo de Segurança Alimentar (FSC) de Moçambique reportaram que a assistência alimentar foi distribuída a 447.256 pessoas, quase 26 por cento dos beneficiários alvo. A maior parte desta assistência está concentrada nas províncias de Cabo Delgado e Nampula. O PMA necessita de 118 milhões de dólares nos próximos seis meses para implementar integralmente todas as actividades humanitárias planificadas; sem financiamento adicional, o número de beneficiários em Cabo Delgado poderá diminuir de 420 mil para 265 mil até Março de 2026. Em resposta às cheias no centro e sul de Moçambique, os parceiros do FSC prestaram assistência a aproximadamente 45 mil pessoas até o fim de Janeiro, essencialmente em cerca de 100 centros de acolhimento que abrigavam quase 100 mil deslocados. As organizações humanitárias continuam a enfrentar inúmeros desafios de acesso devido aos danos nas vias de acesso. As estimativas do governo indicam que são necessários aproximadamente 103 milhões de dólares para suprir  o actual défice de financiamento e satisfazer as necessidades humanitárias imediatas relacionadas com as cheias.
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Mozambique Acute Food Insecurity Classification

Forward-looking analysis representing the most likely food security outcomes for the near term (December 2025 - January 2026) and medium term (February 2026 - May 2026) periods.

Mozambique Acute Food Insecurity Classification Shapefile December 2025 (.zip) Mozambique Acute Food Insecurity Classification December 2025 (.geojson) Near Term Projection: December 2025 - January 2026 (.png) Medium Term Projection: February 2026 - May 2026 (.png) Near Term Projection: December 2025 - January 2026 (.kml) Medium Term Projection: February 2026 - May 2026 (.kml)
Mozambique Acute Food Insecurity Classification

Forward-looking analysis representing the most likely food security outcomes for the near term (November 2025 - January 2026) and medium term (February 2026 - May 2026) periods.

Mozambique Acute Food Insecurity Classification Shapefile November 2025 (.zip) Mozambique Acute Food Insecurity Classification November 2025 (.geojson) Near Term Projection: November 2025 - January 2026 (.png) Medium Term Projection: February 2026 - May 2026 (.png) Near Term Projection: November 2025 - January 2026 (.kml) Medium Term Projection: February 2026 - May 2026 (.kml)
Mozambique Acute Food Insecurity Classification

Current (October 2025) food security outcomes and forward-looking analysis representing the most likely food security outcomes for the near term (October 2025 - January 2026) and medium term (February 2026 - May 2026) periods.

Mozambique Acute Food Insecurity Classification Shapefile October 2025 (.zip) Mozambique Acute Food Insecurity Classification October 2025 (.geojson) Current Situation: October 2025 (.png) Near Term Projection: October 2025 - January 2026 (.png) Medium Term Projection: February 2026 - May 2026 (.png) Current Situation: October 2025 (.kml) Near Term Projection: October 2025 - January 2026 (.kml) Medium Term Projection: February 2026 - May 2026 (.kml)
Seasonal Calendar
Description

The Seasonal Calendar shows the annual and cyclical patterns of key food and income sources in a country throughout the typical year.

Seasonal Calendar image showing harvest and rainy periods for Mozambique
Production & Trade Flow Maps
FEWS NET captures the market networks for a product in a given country or region, including their catchments and trade flow patterns.
Beans, Normal Year Groundnut, Normal Year Maize, Normal Year
Satellite-derived products map
Description

USGS-provided data and imagery supports FEWS NET's monitoring efforts of weather and climate throughout the world.

View all satellite-derived products
Livelihood Zone resources Livelihood Zone Descriptions, August 2014 Mozambique Limpopo Basin Baseline Profiles, November 2011 Zambezi Basin Baseline Livelihoods Reports, June 2011 Upper Limpopo Semi-arid Zone Baseline, August 2010 Mozambique Seasonal Monitoring Calendars, November 2009 Mozambique Livelihood Zone Map, January 2014
Mozambique 2014 Livelihood Zones Map (.PNG)
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