Moçambique

País com presença
Março 2021

IPC 2.0 Acute Food Insecurity Phase

1: Minimal
2: Stressed
3: Crisis
4: Emergency
5: Famine
Would likely be at least one phase worse without current or programmed humanitarian assistance
FEWS NET classification is IPC-compatible. IPC-compatible analysis follows key IPC protocols but does not necessarily reflect the consensus of national food security partners.

IPC 2.0 Acute Food Insecurity Phase

1: Minimal
2: Stressed
3+: Crisis or higher
Would likely be at least one phase worse without
current or programmed humanitarian assistance
FEWS NET classification is IPC-compatible. IPC-compatible analysis follows key IPC protocols but does not necessarily reflect the consensus of national food security partners.
FEWS NET Remote Monitoring countries use a colored outline to represent the highest IPC classification in areas of concern.

IPC 2.0 Acute Food Insecurity Phase

Presence countries:
1: Minimal
2: Stressed
3: Crisis
4: Emergency
5: Famine
Remote monitoring
countries:
1: Minimal
2: Stressed
3+: Crisis or higher
Would likely be at least one phase worse without
current or programmed humanitarian assistance
FEWS NET Remote Monitoring countries use a colored outline to represent the highest IPC classification in areas of concern.

CIF 2.0 Fase de Insegurida d Alimentaria Aguda

1: Minimo
2: Acentuada
3: Crisis
4: Emergencia
5: Hambruna
Se estima que seria al menos una fase peor sin ayuda humanitaria actual o programada
La manera de clasificación que utiliza FEWS NET es compatible con la CIF. Un análisisque es compatible con la CIF sigue los protocolos fundamentales de CIF pero nonecesariamente refleja el consenso de los socios nacionales en materia de seguridad alimentaria.

CIF 2.0 Fase de Insegurida d Alimentaria Aguda

1: Minimo
2: Acentuada
3+: Crisis o peor
Se estima que seria al menos una fase
peor sin ayuda humanitaria actual o programada
La manera de clasificación que utiliza FEWS NET es compatible con la CIF. Un análisisque es compatible con la CIF sigue los protocolos fundamentales de CIF pero nonecesariamente refleja el consenso de los socios nacionales en materia de seguridad alimentaria.
Para los países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza un contorno de color en el mapa CIF que representa la clasificación más alta de CIF en las áreas de preocupación.

CIF 2.0 Fase de Insegurida d Alimentaria Aguda

Países presenciales:
1: Minimo
2: Acentuada
3: Crisis
4: Emergencia
5: Hambruna
Países de monitoreo remoto:
1: Minimo
2: Acentuada
3+: Crisis o peor
Se estima que seria al menos una fase
peor sin ayuda humanitaria actual o programada
Para los países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza un contorno de color en el mapa CIF que representa la clasificación más alta de CIF en las áreas de preocupación.

IPC 2.0 Phase d'Insécurité Alimentaire Aiguë

1: Minimale
2: Stress
3: Crise
4: Urgence
5: Famine
Serait probablement pire, au moins une phase, sans l'assistance humanitaire en cours ou programmée
La manière de classification que FEWS NET utilise est compatible avec l’IPC. Une analyse qui est compatible avec l’IPC suit les principaux protocoles de l’IPC mais ne reflète pas nécessairement le consensus des partenaires nationaux en matière de sécurité alimentaire.

IPC 2.0 Phase d'Insécurité Alimentaire Aiguë

1: Minimale
2: Stress
3+: Crise ou pire
Serait probablement pire, au moins une phase, sans
l'assistance humanitaire en cours ou programmée
La manière de classification que FEWS NET utilise est compatible avec l’IPC. Une analyse qui est compatible avec l’IPC suit les principaux protocoles de l’IPC mais ne reflète pas nécessairement le consensus des partenaires nationaux en matière de sécurité alimentaire.
Pour les pays suivis à distance par FEWS NET, un contour coloré est utilisé pour représenter la classification de l’IPC la plus élevée dans les zones de préoccupation.

IPC 2.0 Phase d'Insécurité Alimentaire Aiguë

Pays de présence:
1: Minimale
2: Stress
3: Crise
4: Urgence
5: Famine
Pays suivis à distance:
1: Minimale
2: Stress
3+: Crise ou pire
Serait probablement pire, au moins une phase, sans
l'assistance humanitaire en cours ou programmée
Pour les pays suivis à distance par FEWS NET, un contour coloré est utilisé pour représenter la classification de l’IPC la plus élevée dans les zones de préoccupation.

CIF 2.0 Fase de Insegurança Alimentar Aguda Baseado

1: Minima
2: Stress
3: Crise
4: Emergência
5: Fome
Poderia ser pior sem a assistência humanitária em vigor ou programad
A maneira de classificação que utiliza FEWS NET é compatível com a CIF. A análise compatível com a CIF segue os protocolos fundamentais da CIF mas não necessariamente reflete o consenso dos parceirosnacionais com respeito a segurança alimentar.

CIF 2.0 Fase de Insegurança Alimentar Aguda Baseado

1: Minima
2: Stress
3+: Crise ou pior
Poderia ser pior sem a assistência
humanitária em vigor ou programad
A maneira de classificação que utiliza FEWS NET é compatível com a CIF. A análise compatível com a CIF segue os protocolos fundamentais da CIF mas não necessariamente reflete o consenso dos parceirosnacionais com respeito a segurança alimentar.
Para os países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza um contorno de cor no mapa CIF para representar a classificação mais alta da CIF nas áreas de preocupação.

CIF 2.0 Fase de Insegurança Alimentar Aguda Baseado

Países com presença:
1: Minima
2: Stress
3: Crise
4: Emergência
5: Fome
Países sem presença:
1: Minima
2: Stress
3+: Crise ou pior
Poderia ser pior sem a assistência
humanitária em vigor ou programad
Para os países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza um contorno de cor no mapa CIF para representar a classificação mais alta da CIF nas áreas de preocupação.

Março - Maio 2021

Junho - Setembro 2021

Fases de Insegurança Alimentar Aguda baseadas em IPC v3.0

1: Minima
2: Stress
3: Crise
4: Emergência
5: Fome
Poderia ser pior sem a assistência humanitária em vigor ou programad
A maneira de classificação que utiliza FEWS NET é compatível com a IPC. A análise compatível com a IPC segue os protocolos fundamentais da IPC mas não necessariamente reflete o consenso dos parceirosnacionais com respeito a segurança alimentar.
As mensagens-chave
  • A insegurança alimentar aguda de Crise (IPC Fase 3) e insegurança alimentar aguda de “Estresse “(IPC Fase 2) persistem em Moçambique motivadas pelo conflito e consequente fuga de pessoas das suas zonas de origem em Cabo Delgado, ocorrência de chuvas abaixo da média nas zonas intermédias e costeiras de Nampula e Cabo Delgado, inundações e danos causados pela depressão tropical Chalane e ciclone Eloise. Os recentes ataques em Cabo Delgado, particularmente no distrito de Palma, poderão causar um número cada vez maior de deslocados. No entanto, com o início da colheita da produção principal anual em Abril, a segurança alimentar das famílias nas zonas semiáridas afectadas pela seca no centro e sul de Moçambique deverá melhorar para o nível de “Estresse” (IPC Fase 2) ou Mínimo (IPC Fase 1). Nas zonas afectadas pelas inundações, as famílias com reservas de sementes poderão recuper através da sementeira pós-inundação. Nas zonas urbanas e periurbanas, as restrições impostas para a contenção da pandemia de COVID-19 continuam a reduzir a renda diária de muitas famílias pobres, estando as mais afectadas provavelmente em situação de Crise (IPC Fase 3).

  • Nas zonas intermédias e costeiras das províncias de Nampula e Cabo Delgado, as chuvas erráticas e significativamente abaixo da média de Novembro de 2020 a meados de Janeiro de 2021 e temperaturas atipicamente altas resultaram em várias tentativas infrutíferas de sementeira. A maioria das famílias muito pobres esgotou as suas reservas de alimentos e as mais vulneráveis estão a envolver-se em estratégias de sobrevivência baseadas no consumo, incluindo o consumo de alimentos silvestres. As famílias menos vulneráveis estão a vender aves ou pequenos ruminantes disponíveis para compra de alimentos no mercado. Espera-se que mais famílias se envolvam em estratégias de sobrevivência indicativas de Crise (IPC Fase 3), tais como depender de alimentos silvestres para a cobertura dos défices de consumo sem assistência humanitária. Apesar das chuvas quase médias desde o final de Janeiro, não se espera que as famílias logrem ter uma colheita para a época 2020/2021.

  • Apesar dos danos causados às culturas devido a cheias, chuvas irregulares no nordeste de Moçambique e pragas e doenças típicas, a produção nacional deverá estar próxima da média. Dados preliminares do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) indicam que 226 mil agricultores e cerca de 448 mil hectares (7 por cento da área semeada) foram afectados pela tempestade tropical Chalane, ciclone Eloise e cheias resultantes de chuvas fortes em Moçambique. A maioria das perdas de culturas ocorreu em zonas baixas e ribeirinhas. Em todo o país, a maioria das culturas estão na fase de floração, excepto na região sul e parte da província de Tete, onde as culturas estão na fase de maturação. Nas zonas costeiras de Nampula e Cabo Delgado, as culturas encontram-se na fase vegetativa.

  • De Janeiro a Fevereiro, os preços mensais do milho permaneceram estáveis ou diminuíram ligeiramente em antecipação à próxima colheita. No entanto, no mercado de Pemba em Cabo Delgado, houve um aumento de 33 por cento nos preços do milho, reflectindo o aumento anormal da procura e uma oferta abaixo da média motivada pelo conflito. Os preços do milho em Fevereiro estiveram na ordem de 10-48 por cento acima da média de cinco anos, com a maior variação registada no mercado de Pemba. Como é típico, os preços da farinha de milho e do arroz permaneceram estáveis de Janeiro a Fevereiro de 2021 na maioria dos mercados monitorados, E aproximadamente 10 e 14 por cento acima da média de cinco anos para a farinha de milho e arroz, respectivamente.

     

Food Security

Mozambique Food Security Classification (January 2021 - May 2021)

Near term (January 2021 - January 2021) food security outcomes and forward-looking analysis representing the most likely food security outcomes for medium term (February 2021 - May 2021) periods.

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A Rede de Sistemas de AlertaPrecoce de Fome é líder na provisão de alertas precoces e análises relativas à insegurança alimentar. Estabelecida em 1985 com o fim de auxiliar os responsáveis pela tomada de decisões a elaborar planos para crises humanitárias, a FEWS NET provê análises baseadas em evidências em cerca de 35 países. Entre os membros implementadores refere-se a NASA , NOAA, USDA e o USGS, assim como a Chemonics International Inc. e a Kimetrica. Leia mais sobre o nosso trabalho.

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