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Relatório especial

Nigeria Market Monitoring Bulletin

23 Janeiro 2017

CIF 2.0 Fase de Insegurança Alimentar Aguda Baseado

1: Minima
2: Stress
3: Crise
4: Emergência
5: Fome
Concentração de pessoas deslocadas
Risco elevado de Fome – Fase 5 não pode ser confirmado nem refutada com evidência disponível
Poderia ser pior sem a assistência humanitária em vigor ou programad
A maneira de classificação que utiliza FEWS NET é compatível com a CIF. A análise compatível com a CIF segue os protocolos fundamentais da CIF mas não necessariamente reflete o consenso dos parceirosnacionais com respeito a segurança alimentar.

CIF 2.0 Fase de Insegurança Alimentar Aguda Baseado

1: Minima
2: Stress
3+: Crise ou pior
Poderia ser pior sem a assistência
humanitária em vigor ou programad
A maneira de classificação que utiliza FEWS NET é compatível com a CIF. A análise compatível com a CIF segue os protocolos fundamentais da CIF mas não necessariamente reflete o consenso dos parceirosnacionais com respeito a segurança alimentar.
Para os países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza um contorno de cor no mapa CIF para representar a classificação mais alta da CIF nas áreas de preocupação.

CIF 2.0 Fase de Insegurança Alimentar Aguda Baseado

Países com presença:
1: Minima
2: Stress
3: Crise
4: Emergência
5: Fome
Concentração de pessoas deslocadas
Países sem presença:
1: Minima
2: Stress
3+: Crise ou pior
Poderia ser pior sem a assistência
humanitária em vigor ou programad
Para os países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza um contorno de cor no mapa CIF para representar a classificação mais alta da CIF nas áreas de preocupação.

As mensagens-chave

  • With the Nigerian petroleum sector in crisis, the agricultural and solid minerals sectors have recently recorded positive growth. This follows strong support from the Government of Nigeria (GoN) and dynamic private sector responses, and encourages a more diversified economy. Therefore, despite the many challenges facing the Nigerian economy, some positive trends emerge.

  • Declining revenues from crude oil sales resulted in a sharp decline in the availability of foreign exchange reserves in 2016 (Figure 1). As a result, the Central Bank of Nigeria (CBN) adopted a floating exchange rate, quickly narrowing the gap between the official and parallel (Bureau de Change, BDC) exchange rates. The resulting 40 percent reduction in the value of the Nigerian Naira (NGN) led to increasing costs for essential imported items, including food (rice, wheat, sugar, legumes, and edible oils) and non-food items. This, in turn, has reduced purchasing power, especially for poor market-dependent Nigerian households.

  • In an attempt to promote local production, the Nigerian government has adopted various direct and indirect measures to restrict imports, and encourage the consumption of locally produced goods. At present, the net impact of these policies on overall food security is unclear.

  • Locally-produced staple food prices declined seasonally in November and December (Figure 2). However, prices are more than double their 2015 and five year average levels. These trends are driven by high inflation and the continuing depreciation of the NGN. The very high prices of 2016 are believed to have incentivized an expansion in area planted and production, resulting in record high grain production in Nigeria during the 2016/17 production and marketing year.

  • Although agricultural production increased in 2016/17, Nigeria remains heavily dependent on imports from regional and international markets to meet food needs, a trend that is expected to persist in the short and medium term. Furthermore, the depreciation of the NGN vis-à-vis regional currencies (such as the XOF) has led to high regional export demand. This may result in below normal stock levels in Nigeria during the 2017 lean season. The inflationary impacts of the depreciating NGN are stronger than the effects of this year’s supply response, and prices are expected to remain at their very high levels through the current marketing year and lean season.

About FEWS NET

A Rede de Sistemas de AlertaPrecoce de Fome é líder na provisão de alertas precoces e análises relativas à insegurança alimentar. Estabelecida em 1985 com o fim de auxiliar os responsáveis pela tomada de decisões a elaborar planos para crises humanitárias, a FEWS NET provê análises baseadas em evidências em cerca de 35 países. Entre os membros implementadores refere-se a NASA , NOAA, USDA e o USGS, assim como a Chemonics International Inc. e a Kimetrica. Leia mais sobre o nosso trabalho.

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